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A sereia-mãe simboliza o cuidado e a potência feminina: mesmo silenciadas ou reduzidas a símbolo, seguem nutrindo, criando e transmitindo vida e memória.

Teatro, bordel e moda são espaços de performance e verdade: revelam desejos, identidades e contradições. Vestir-se é narrar entre máscara e essência.

Criptídeos revelam como o desconhecido foi usado para desumanizar povos. A arte, porém, ressignifica essas narrativas, questionando quem conta a história e por quê.

Criar é negociar com o tempo e o caos. Entre atrasos e incertezas, o processo segue como uma espiral: tentativa de dar forma ao que escapa até encontrar seu momento.

Em meio à efemeridade, a Souedo busca transformar imagens em mito. Mais que novidade, criar é fazer histórias resistirem, e perguntar o que realmente merece ser lembrado.

Mitos do mar revelam arquétipos universais: força, cuidado e transformação. Em “Navegantes”, a travessia vira símbolo, vestir é carregar memórias e navegar entre o conhecido e o incerto.

Antologias vestíveis são roupas como narrativas: cada peça carrega história, memória e identidade, conectando quem cria e quem veste em capítulos de uma mesma obra.
