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Blog Souedo

A criação como escuta e mediunidade: a Souedo traduz intuições e o espírito do tempo em roupas, imagens e narrativas que tornam visível o invisível.
Moda mediúnica: a criação como canal espiritual
16 de Jun, 2025

Criar é mediunidade: o criador, como um “entre”, capta e traduz o espírito do tempo. Vestir torna visível o invisível, uma escuta que vira forma e narrativa.

Fernando Pessoa em 1914, cuja obra inspira uma reflexão sobre poesia, moda e as múltiplas vozes e identidades que nos constituem.
Fernando Pessoa: heterônimos como criptídeos
30 de May, 2025

Pessoa, com seus heterônimos, cria vozes que habitam entre identidades, como criptídeos. Palavra e roupa funcionam como linguagem: cada forma expressa um universo único.

À Deriva, fotografia analógica de Daniel Azevedo, acompanha poema sobre a mente como oceano, entre solidão, tormentas e transbordamentos.
Oitavo Oceano: poema sobre mente e solidão
22 de May, 2025

Sou oceano: profundo, instável e difícil de navegar. Sou porto de passagem, ilumino, mas não retenho. Ainda assim, sigo fluindo, capaz de transbordar.

Vitor Hugo em plano detalhe na piscina da família, em fotografia analógica em preto e branco, realizada entre 2018 e 2019.
Entre bordas e memórias: o sonho da 1ª coleção
15 de May, 2025

O sonho revela um corpo entre mundos: água, memória e palco. À beira da piscina, nasce a Souedo narrando o que é margem, cicatriz e transformação.

Sereia amamentando seus filhos, em obra da oficina de Giulio Romano, do século XVI, associando a figura mitológica ao cuidado materno
O leite das sereias: maternidade e mitologia
06 de May, 2025

A sereia-mãe simboliza o cuidado e a potência feminina: mesmo silenciadas ou reduzidas a símbolo, seguem nutrindo, criando e transmitindo vida e memória.

Teatro, moda e bordel como espaços de narrativa e transformação, onde corpos, roupas e máscaras revelam a identidade e as contradições brasileiras.
Teatro, bordel e moda: identidade brasileira
16 de Apr, 2025

Teatro, bordel e moda são espaços de performance e verdade: revelam desejos, identidades e contradições. Vestir-se é narrar entre máscara e essência.

Criptídeos como metáfora do olhar colonial, em uma reflexão sobre a desumanização dos povos indígenas e a arte como resistência ao apagamento cultural.
Norte: criptídeos antropofágicos e colonização
07 de Apr, 2025

Criptídeos revelam como o desconhecido foi usado para desumanizar povos. A arte, porém, ressignifica essas narrativas, questionando quem conta a história e por quê.

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